quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Curiosidades sobre os filmes de Freddy Krueger - A Hora do Pesadelo

 
Todos os apreciadores do terror conhecem o personagem Freddy Krueger. Goste ou não goste dele, os filmes de Krueger são clássicos do cinema, bem como seu personagem é respeitado desde que surgiu. Agora, sempre há algumas curiosidades que não aparecem em frente as câmeras, porém com um pouco de pesquisa é possível descobrir. Você tem coragem?
- A ideia original do personagem Freddy Krueger era muito repugnante, tinha os dentes sobressaídos da mandíbula, saía pus da cabeça quando se queixava de dor e parte de seu crânio era visível através da cabeça. David B. Miller, o responsável pelos efeitos da maquiagem afirmou que seria muito complicada e nada convincente maquiar um ator dessa forma, e utilizando uma marionete seria difícil gravar com atores reais, dessa forma, aquelas ideias acabaram sendo modificadas.
- O suéter de Freddy deveria ser vermelho e amarelo, mas Wes Craven mudou para vermelho e verde após ler que essas duas cores são as mais chocantes para a retina do olho humano, devido a sua particular combinação.
- Para o primeiro filme, Wes Craven se baseou em uma série de artigos publicados no jornal Los Angeles Times. Neles, eram narrados pesadelos que os adolescentes cambojanos que emigravam para os EUA fugindo do regime do ditador Pol Pot, tinham. As alucinações e ataques que esses adolescentes sofreram acabaram inclusive provocando alguns falecimentos.
 Wes Craven
- Wes Craven ajudou o diretor Sean S. Cunningham a filmar algumas cenas de “Sexta-Feira 13” em (1980), por isso, perto do final do filme “Nightmare on Elm Street”, Craven deixou que Cunningham dirigisse uma cena sem diálogos.
- Wes Craven nunca gostou do final do filme.
- A versão pornô se chama “A wet dream on elm street”.
 Versão pornô de "A nightmare on Elm street"
- Em uma cena em que Nancy está assistindo “Evil Dead 2” pode-se escutar o ruído da motosserra e ver Ash.

- A rua “Elm” realmente existe e se encontra em Potsdam (Nova York, EUA), Wes Craven a conhece porque estudou na Universidade Estadual de Nova York, em Potsdam.
- Wes Craven baseou a roupa de Freddy Krueger em um mendigo que lhe dava medo na infância e seu nome em um colega de classe, do qual sofria bullying.
- O nome completo de Freddy Krueger é Frederick Charles Krueger.
- Foi o debut de Johnny Depp como ator no papel de Glen Lantz.
- No momento em que Glen dorme e a rádio perde a transmissão, se ouve que a estação sintonizada é KRGR (que se pronuncia Krueger), bem como no noticiário do filme “Freddy vs Jason”.
- Inicialmente, Freddy Krueger estava destinado a ser um personagem abusador de menores, mas Craven decidiu transformá-lo em um assassino de crianças, pois na época da produção do filme, ocorreram uma série de casos de abuso sexual na California, que foram muito divulgados e causaram comoção na localidade. Isso poderia polemizar e prejudicar a trama do filme.
- No filme “Evil Dead 2” podemos ver a luva de Freddy Krueger na cabana de ferramentas.
- Segundo uma entrevista com Robert Englund, ele disse que no meio da filmagem, foi com Johnny Depp a um restaurante. Robert estava maquiado e vestido como o personagem, exceto pelas garras. Quando o funcionário lhes perguntou o que queriam, Robert virou seu rosto e o funcionário teve um infarto. Desde então, ele nunca voltou a comer em um restaurante em meio a filmagem.
- Para a sequência do geiser de sangue (morte de Glen), os técnicos empregaram o mesmo quarto utilizado para a morte de Tina. Decoraram o set como se estivesse ao contrário e colocaram a câmera do lado direito, depois, viraram os galões de água vermelha.
- A “New Line Cinema” estava quase quebrando, mas o êxito desse filme a salvou (arrecadou 26 milhões de dólares americanos) e por isso chegou a ser chamada de “A casa que Freddy construiu”.
- As garras de Freddy fazem uma pequena aparição em “Sexta-Feira 13” parte 9, no final do filme, quando leva a mascara de Jason ao inferno.
- A rua em que John F. Kennedy foi assassinado se chamava Elm Street.


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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

História de Zombie #1


O mundo hoje em dia está um Caos. É difícil achar pessoas vivas nesse inferno. E tudo começou naquele dia.A imprensa encobriu o caso,e o vírus se espalhou para o resto do mundo matando todos.
Mas afinal, de que eu estou falando?De uma invasão de zumbis. Não sei de onde surgiram, mas sei onde a epidemia realmente começou.
Ooops. Esqueci de me apresentar. Sou David Redfield. Antes do maldito acidente,eu vivia em uma cidade calma.Ela era entre montanhas,em um lugar bem alto,de onde se podia ver várias cidades vizinhas.O povo era muito educado,era uma cidade pequena aproximadamente 500 habitantes já se conheciam.Era uma cidade perfeita,sem violência(último crime ocorrera antes da fundação da cidade,em 1920).A principal fonte de renda era o ouro,encontrado com incrível facilidade no interior da cidade.Toda a renda era distribuída igualmente entre os habitantes.Essa tal vila(não chega a ser uma cidade)possuí aprox.3,5 km² de extensão,por onde a população se distribuí.A cidade possuía o básico:escola,hospitais(embora fosse raro aparecerem doentes),centro de saúde,livraria e banca.O clima era ameno,daqueles que de manhã e à noite fazem um friozinho,e de dia faz uma temperatura agradável.Mas o principal:era uma cidade com cidadãos precavidos.Havia uma certa conectividade entre os telhados,e um túnel subterrâneo.Todos os habitantes possuíam armas,mais especificamente uma arma de corpo(em geral era o facão,utilizado também para cortar a madeira).Uma arma de fogo básica(revolver)e uma arma mais forte,para ser usada somente em casos de emergência(em geral eram espingardas,rifles ou carabinas).
Esse tal túnel era largo, e havia um alçapão em cada casa que dava acesso ao túnel. lá,os cidadãos se reuniam em casos de “emergência”(embora nunca tivesse ocorrido um). Havia suprimentos para semanas, e cada habitante possuía um detalhado mapa.
Uma vez por semana, os habitantes iam à cidade para comprar coisas, e um habitante escolhido toda semana levava o ouro. A cidade não possuía estradas. era cercada pela natureza e por altas e íngremes montanhas,e todos os habitantes sabiam detalhadamente os pontos certos para cada ocasião.Não havia estradas,e os habitantes iam de bicicleta até a cidade mais próxima.Não havia prefeito,e todos os cidadãos possuíam poder político
Em casa, todos passavam o dia lendo o livro distribuído pelos donos de livrarias locais. Um dia, eu recebi um livro que mudaria minha vida. Um livro que falava sobre zumbis. Ele ensina a sobreviver a zumbis,caso ocorra uma invasão.Eu fiquei tão impressionado com o livro,que já usei a minha parte do ouro pra comprar os suprimentos necessários,e escondi todos no sótão,onde era mais seguro.Fiquei tão impressionado,que decorei tudo,desde como identificar um zumbi,até meu próprio guia onde eu anotava os fatos que poderiam ser de zumbis.Em 2 meses virei especialista com as armas(eu usava uma espécie de bala de tinta que aprendera a fazer com meu pai)e já era especialista em golpes de desgarramento em várias artes marciais.
Esqueci de contar como era minha vida nessa cidade (fiquei entusiasmado, desculpem). Eu ia à escola como todos os jovens, e tinha poderes políticos e recebia o dinheiro do ouro como todo mundo. Na escola, que era muito boa, pois nunca havia dado uma bomba, e ensinava todas as matérias que tinha que ensinar, eu era um jovem alto, magro, possuía olhos e cabelos pretos. Meus lábios eram carnudos,e meu nariz era curto e empinado.Não possuía orelhas de abano, era o famoso “nerd”,independentemente se eu era bom em vária artes marciais.Eu não possuía aqueles músculos gigantes,portanto era tratado como nerd por todo,menos pela minha amada Amy.Ela era linda,encantadora.Estava disposta a escutar tudo o que eu dissesse,independentemente se ela conhecesse ou não sobre o assunto,e sempre escutava atentamente por eles.Eu falava escondido que ela era minha,mesmo sabendo que ela já tinha namorado,e mesmo assim ela não me abandonou nem quando descobriu isso.Ela era alta,possuía os olhos azuis como o brilhante céu azul.Seu olhar era encantador.Me apaixonei assim que ela me olhou pela primeira vez.Seus cabelos eram loiros como o sol,e eram compridos.Seu sorriso era a tão encantador como seus olhos.Possuía seios grandes,e suas nádegas também eram,mas para isso eu nem ligava.Ela continuou me tratando do mesmo jeito,talvez até um pouco melhor.quando eu falava pra ela a frase”quer ficar comigo?”ela sorria e dizia”quem sabe um dia,né?”Eu a tratava de um jeito perfeito,e ela retribuía.Ela parecia que gostava de mim,mesmo com a diferença de idade(eu tinha 13 quando houve o tal acontecimento).Quando dizia que sonhava sempre com ela,ela sorria,e me deixava mais “caidinho”.Eu até lembro a primeira vez que eu a vi.Ambos havíamos nascido na cidade,mas ela só entrou na escola aos 14 anos.No tal dia eu estava andando pela escola,e eu a encontrei.Ela olhou nos meus olhos,e me fez perguntas sobre o colégio.Respondi gaguejando,e,acho eu,nessa hora ela já sabia que eu a amava.
Um dia, mais especificamente quando tinha 12 anos (caso vocês estejam confundindo os fatos, como a idade, eu possuía 15 anos quando aconteceu o fato que será relatado, e atualmente tenho 18), eu procurei saber mais sobre o tal namorado. Eu descobri que ele era um brutamonte, alto só falava em sexo (algo que amy sempre recusava, pois para ela ser virgem era motivo de orgulho). Além disso,batia em todos no colégio,e era muito ciumento,a ponto de não poder me ver falando com ela que batia nela sem dó.Um dia,eu resolvi enfrenta-lo,e levei uma surra.Todos,menos a própria Amy,riram da minha cara.Mais tarde,eu a perguntei porque ela namorava ele,sabendo que ele maltratava-a.Ela simplesmente responde”infelizmente,eu o amo,mas quem dera se eu amasse alguém como você,bonito­­ – fiquei vermelho quando ela disse isso inteligente,preparado para o que der e vier”.
Um dia, apareceu uma menina da minha idade que passou a gostar de mim. O nome dela era Enrica Marine,e como o nome sugere,era italiana e os pais dela a trouxeram para a cidade com o intuito de descansar e ter uma vida calma. Ela apareceu no meio da 6ª série,e como ela mesma dizia,se apaixonou por mim no exato momento que me vira pela primeira vez.Ela era baixa,cabelos encaracolados,olhos e cabelos castanhos.Usava aparelho,mas não era feia.Filha de um veterano de guerra conhecido como Enrico Marini,perdera sua mãe 2 dias após seu nascimento.Ela era da minha sala,e só falava comigo.No começo achei ela grudenta,mas depois aprendi a gostar dela.
Esqueci de descrever o colégio. Era um colégio que ocupava um quarteirão inteiro.Tinha 5 andares,e tinha um andar para cada coisa.Um era para quadras,outros 2,para salas.Um era para a cantina e o último,Era o pátio.havia portas somente no primeiro andar(andar do pátio),e lá havia umas 3.A escola não possuía elevador,e tudo era feito por escadas.Todas as salas possuíam janelas,e todos os andares também.
Esqueci de falar sobre minha casa. Eu era descendente dos fundadores da cidade. O nome deles eu não sei,mas sei que ficaram conhecidos como irmãos Redfield.E,creio eu,eles já passaram pela situação que eu passaria tempos depois,pois no diário deles fala sobre uma cidade,não lembro o nome,onde ocorreu uma infestação perto de umas montanhas.Enquanto um foi para as montanhas,o outro ficou na cidade e ambos combateram vários mortos vivos.Quando fundaram a cidade,garantiram que os dados sobre aquele acidente ficariam guardados.Então,eles escreveram todos os fatos em um diário de chave,e passaram a chave de geração a geração,mas o diário foi escondido em um lugar,na minha própria casa,que atualmente é desconhecido.A casa é um dos poucos lugares intactos após todo esse tempo,então meu plano é de no futuro localizar o tal diário.Meus pais,Alfred e Sherry Redfield,são pessoas honestas.Meu pai trabalha na mina ,e minha mãe faleceu logo após me dar à luz.Meu pai é alto,loiro,usa sempre uma blusa branca com uma gravata azul e uma calça preta.Seus cabelos são curtos,e ele possui uma velha sniper que,dizia ele,era herança do seu tataravô,Alexander.Eu não possuo nem fotos da minha mãe,então não posso descreve-la.minha casa,assim como todas as outras,era feita de madeira velha,e possuía dois andares ligados por uma escada.No primeiro andar,Era a cozinha e um banheiro,junto com uma varanda onde havia uma rede,que também era herança de família.No segundo andar,havia outra varanda,com janelas abertas para fora,junto com a sala de estar,dois quartos e um banheiro.A crença é de que o diário esteja junto com outras heranças,mas já vasculhei a sniper e a rede,não pode estar lá.
Minha vida foi seguindo assim. Enrica me amava enquanto eu amava Amy, que amava seu namorado (que eu esqueci o nome). Passava o dia inteiro lendo livros e tals. Toda semana eu í atrás do diário dos irmão redfield,mas nada foi encontrado.Minha vida era assim,até que um dia meu instinto de sobrevivência foi posto a prova.
Como toda semana, alguém foi mandado para vender o ouro para a companhia, e desta vez o escolhido foi um jovem de 25 anos, Ozwell Spencer. Mas ele demorou mais do que o dobro do programado, e quando chegou estava todo ferido havia marcas de dentes no ombro, no pescoço, e na genitália dele. Havia arranhões profundos em todas as partes do corpo praticamente,e ele parecia ter fraturado vários membros.Quando ele chegou,um velho judeu chamado Moisés foi o primeiro a avista-lo.Assim que ele se aproximou,Ozwell disse com as poucas forças que tinha:
—Me levem para o conselho. E - Eu tenho um caso im – importante para re – re – relatar.
Dito e feito foi convocada uma audiência na prefeitura. Como de costume, todos os habitantes maiores de 12 anos puderam participar, e eu, como sempre, sentei bem ao lado de Amy. Ele começou dizendo:
—Bem, meus caros amigos, como sabem, eu fui a uma expedição para entregar o ouro dois dias atrás. Mas mal eu comecei a caminhar,e eu senti o cheiro de carne em decomposição.
“Continuei andando, mas a cada hora mais esse estranho cheiro de carne podre me incomodava o olfato, então e comecei a procurar de onde vinha esse cheiro. Mas comecei a procurar, e encontrei alguém de cabeça baixa, andando mancando, perto da beirada da montanha. Eu, como herói que sou –Disse ele, em um tom arrogante –salvei a tal pessoa pulando no exato momento que ela iria cair. Meu nariz denunciou que era dela que estava vindo tal cheiro”. ele parou e começou a tossir,e após tossir várias vezes,começou a cuspir sangue.Nesse momento,algumas pessoas tentaram intervir,mas ele disse que tinha que terminar esse relato.Ele continuou:
—Eu indaguei porque ela estava fedendo a carne podre, e no lugar de me responder,ela soltou um grunhido infernal e me atacou,Mordendo meu pescoço e arrancando um pedaço –disse ele, apontando para o ferimento – eu tive certa dificuldade, mas consegui me soltar dela. Nesse instante, eu pude perceber que o corpo dela já estava entrando em decomposição, desde a cabeça, até o dedo do pé, tudo estava ferido, mas não saía sangue das feridas. Ela ficava de boca aberta,me olhando como se eu fosse o jantar dele.pequei meu revolver – e apontei para a perna dele e dei um tiro mais pareceu não ter feito efeito e após isso dei 2 tiros no peito que pareceu não adiantar .Ela parece não ter sentido dor,e me agarrou em um salto.Eu acabei tropeçando,e ambos caímos do morro.
Ele voltou a tossir violentamente, e nesse momento eu levantei a sobrancelha, movimento que pareceu imperceptível, exceto por minha amada, que perguntou:
—Sabe de alguma coisa a respeito?
Eu respondi em um tom ao mesmo tempo seco e curioso:
—A descrição da tal criatura, se assemelha muito à descrição de um zumbi.
Amy respondeu, num tom de estranhamento, curiosidade e descrença:
—faça mais testes para conferir. Se ao final do relato mais informações baterem vamos ter que ficar alertas.
Após vomitar mais sangue, e parecer mais fraco do que nunca, Ozwell continuou:
—Quando eu caí, senti que havia fraturado minhas vértebras, mas a tal mulher (deu para perceber pelo tamanho do cabelo e pelos seios) parece ter escapado ilesa. Ela caiu em cima de mim, na hora saquei minha espingarda –disse ele, pegando a espingarda– e comecei a atirar, até minha arma ficar descarregada, e, mesmo depois de eu arrancar um braço da criatura, ela parecia estar ilesa, e continuava a soltar aquele grunhido infernal. Para tentar escapar daquele barulho,tentei cometer suicídio pulando do morro,mas a figueira-brava que havia no chão daquela parte íngreme,conseguiu frear minha queda com seus galhos – disse ele,apontando para os arranhões espalhados no corpo –a criatura desceu,e eu,em um momento desesperado,peguei minha espada e a cortei em dias.Por incrível que pareça,ela ainda se movia,e quando se aproximou,mordeu minha genitália e arrancou um pedaço.Com medo de morrer,peguei minha espada e decapitei a coisa.A cabeça dela ainda parecia estar viva,pois seus olhos me olhavam da mesma forma,do jeito que se olha a melhor comida que existe.Nesse momento,arranquei seus olhos das órbitas,mas quando tentei chuta-la,seu maxilar ainda tentou me morder.Nesse instante..... .
O relato de Ozwell foi interrompido por uma imensa tosse. Nesse instante o Dr. Joseph,médico da cidade examina-lo,e constatou febre alta,aproximadamente 40 graus Celsius(Joseph não possuía os instrumentos certos para medir a temperatura naquela hora)após essa larga tossida,Ozwell caiu imóvel no chão.Joseph constatou que ele ainda estava vivo,e o mandou para o hospital.Nesse momento comentei com Amy:
—Tudo bateu Amy, tudo, as capacidades motoras, tudo, com certeza era um zumbi, e pior: Ozwell também vai se transformar, pois foi ferido.
Ela começou a chorar. Ozwell era um amigo dela,e ambos já haviam namorado.Ela não queria acreditar nessa possibilidade,e só disse,em um tom seco e triste:
—Isso não existe, esse negócio de zumbi não pode existir!ISSO NÃO EXISTE!
Senti que ela falava mais para si própria do que para mim, e nesse instante, ela começou a chorar, tentei consola-la, mas ela me mandou embora, dizendo que se não fosse eu, ela não estaria pensando que ele poderia matar outras pessoas, que se eu não a existisse iria estar desesperada só pela saúde dele. Após me dizes isso,ela foi correndo acompanha-lo até o hospital.Eu s gritei,pedi para esperar,mas ela não esperou,então fiquei esperando,me achando um idiota por falar essas coisas com ela,de que isso era mentira,e que agora mesmo que ela vai me odiar.
Mesmo assim, continuei com essa desconfiança, e antes de rumar para o hospital, passei em casa, e peguei minha arma principal, a machadinha. Depois,fui correndo para o hospital.Olhei para o céu,vi que estava anoitecendo,e me deu um calafrio só de pensar que,na vila aparecem cobras e ouros tipos de animais selvagens.Mesmo assim,rumei para o hospital.quando cheguei lá,vi que nem precisava perguntar onde era o quarto dele,todos estavam lá.Me aproximei,e vi Amy chorando.Me aproximei dela,e perguntei:
—O que aconteceu?
Ela só respondeu, num tom triste:
—Ele morreu David, ele morreu!Ozwell Edward Spencer está morto!Meu ex-namorado, homem que mais amei na minha vida, está morto!E tudo por causa de uma filha-da-mãe!
Logo após dizer isso, o cadáver foi mostrado para as pessoas,que rezaram,pedindo para ele ter ido para o céu. Mas poucos instantes após sua morte, ele se levantou. Amy parou de chorar,e começou a sorrir,e caminhou em direção a ele.E ele,em direção a ela.Percebi o perigo,e gritei “Amy,cuidado”.Ela parecia não dar atenção.Parecia estar tão apaixonada que não prestou atenção em mim.Eu,tentando ser drástico,Puxei ela.Nesse instante,ela me deu um tapa na cara,e começou a resmungar,dizendo que eu era um cara”obcecado” e umas baboseiras.Mas ela parou no exato instante em que Ozwell atacou sua mãe,que foi para o abraço.nesse ataque,ele a mordeu,e todos saíram correndo.Eu e Amy(agora de volta a si)sabíamos o que era e como combater,mas preferimos não começar agora,pois poderíamos ser presos,ou até mesmo mortos,caso fizéssemos algo ao novo zumbi.Então,passamos em nossas casas e começamos a nos preparar.Eu possuía todo o necessário,mas mesmo assim a ajuda dela foi importante para dividir o peso do equipamento.Após tudo definido,Fomos para a minha casa,selamos o túnel subterrâneo(pois o zumbi poderia entrar por ali atrás de alguém)Colocamos os móveis nas portas e nas janelas do andar térreo.No primeiro momento,parecia o fim do mundo,mas em poucos minutos amigos nosso,como o namorado de Amy e Enrica,apareceram.Deixamos entrar.Meu pai estava no quarto no andar de cima,olhando pela janela,de olho em qualquer zumbi,o que não apareceu.
10 minutos após o primeiro zumbi surgir, tudo parecia calmo, quieto, CALMO ATÉ DEMAIS para um lugar que havia presenciado um zumbi há poucos minutos ATÉ DEMAIS para um lugar que havia presenciado um zumbi há poucos minutos.

A morte de Bart (Dead Bart)

"Dead Bart" é um episódio perdido dos Simpsons que não foi ao ar...



Você sabia que a Fox tem uma forma muito estranha de contar os episódios de Os Simpsons? Eles se recusam a contar alguns, fazendo a quantidade de episódios ser inconsistente. A razão para isso é um episódio perdido da primeira temporada.

Encontrar detalhes sobre esse episódio perdido é difícil, ninguém que tenha trabalhado no programa gosta de falar sobre isso. Pelo que se tem ouvido por aí, o episódio perdido foi totalmente escrito por Matt Groening (N/T: Criador da série). Durante a produção da primeira temporada, Matt começou a agir estranho. Ele estava muito quieto, parecia nervoso e mórbido.

Mencionar isso para qualquer um que estava presente na época os deixa bravos, e te proibem de mencionar qualquer coisa a Matt. O número de produção do episódio era 7G44, o título era Dead Bart (Bart Morto)

Além de ficarem bravos, perguntar para qualquer um que trabalhou no programa sobre isso os faz quererem fazer qualquer coisa para impedir você de se comunicar com Matt Groening. Em um evento, eu o segui depois que ele falou com a platéia, e eventualmente tive a chance de falar com ele à sós quando ele saía do prédio. Ele não parecia triste por eu tê-lo seguido, provavelmente esperando um encontro típico com um fã obssessivo. Mas quando mencionei o episódio perdido, toda a cor desapareceu do seu rosto, e ele começou a tremer. Quando perguntei se ele poderia me contar mais detalhes, sua voz soou como se fosse chorar à qualquer momento. Ele pegou um pedaço de papel, anotou algo nele, e deu para mim. Ele implorou que eu nunca mais mencionasse o episódio novamente.

O pedaço de papel continha um endereço de website nele, eu prefiro não dizer qual era, por razões que você verá em um segundo. Eu coloquei o endereço no meu browser, e fui para um site que era totalmente preto, exceto por uma linha de texto amarelo, um link de download. Assim que o arquivo foi baixado, meu computador ficou louco, era o pior vírus que eu já tinha visto. Restaurar o sistema não funcionou, o computador inteiro precisou ser formatado. Antes de fazer isso, no entanto, eu copiei o arquivo em um CD. Eu tentei abrí-lo no meu computador agora vazio, e como suspeitava, havia um episódio de Os Simpsons nele.

O episódio começava como qualquer outro episódio, mas tinha uma qualidade de animação muito baixa. Se você já viu a animação original de Numa Noite Encantada (N/T: Último episódio da primeira temporada - mas o primeiro a ser criado - conta sobre Bart e Lisa tendo de lidar com uma “babá bandida”), era similar, mas menos estável. O primeiro ato era razoavelmente normal, mas o modo como os personagens agiam estava um pouco diferente. Homer parecia bravo, Marge parecia deprimida, Lisa parecia ansiosa, Bart parecia ter ódio e raiva genuínos pelos pais.

O episódio era sobre os Simpsons indo em uma viagem de avião, perto do fim do primeiro ato, o avião estava decolando. Bart estava aprontando, como se esperava. Entretanto, quando o avião já estava há mais ou menos 15 mil metros de altura, Bart quebra uma janela e é sugado para fora.

No começo da série, Matt tinha uma idéia de que o estilo da animação do mundo de Os Simpsons representaria a visa, e que a morte tornaria tudo mais realístico. Isso foi usado neste episódio. A imagem do cadáver de Bart era irreconhecível, utilizaram-se da vantagem de não ter de animá-lo, e fizeram um desenho praticamente foto-realístico de seu corpo morto.

O ato um termina com a imagem do cadáver de Bart.

Quando o ato dois começa, Homer, Mage e Lisa estão sentados à mesa, chorando. O choro continua e continua, fica mais doloroso, e soa muito realístico, mais do que você pode achar possível. A animação começa a decair quanto mais eles choram, e você pode ouvir murmuros aos fundo. Esse choro se extende por todo o segundo ato.

O terceiro ato abre com um título dizendo que um ano se passara. Homer, Marge e Lisa estão extremamente magros, e ainda sentados à mesa. Não há sinal de Maggie ou dos animais.

Eles decidem visitar o túmulo de Bart. Springfield está totalmente deserta, e enquanto eles andam até o cemitério, as casas ficam mais e mais decrépitas. Todas parecem abandonadas. Quando chegam ao túmulo, o corpo de Bart está simplesmente caído na frente de sua lápide, parecido com a cena final do primeiro ato.

A família começa a chorar de novo. Eventualmente eles param, e apenas encaram o corpo de Bart. A câmera foca no rosto de Homer. De acordo com alguns resumos, Homer conta uma piada nessa parte, mas não é audível na versão que vi, não se pode entender o que Homer fala.

A cena se afasta enquanto o episódio termina. As tumbas ao fundo possuem os nomes de todos os convidados especiais de Os Simpsons. Alguns ninguém tinha ouvido falar em 1989, outros nem ainda haviam estado no programa. Todos possuem datas de morte neles. Para convidados que morreram recentemente, como Michael Jackson e George Harrison, as datas estão de quando eles deveriam morrer.

Você pode tentar usar as tumbas para prever a morte dos convidados especias de Os Simpsons que ainda estão vivos, mas tem algo de muito estranho na maioria daqueles que não morreram ainda. Todas as suas mortes estão listadas no mesmo dia.

Chaves o episódio perdido

Chaves é uma comédia mexicana que ganhou uma incível popularidade nos países americanos de língua espanhola, e também na Espanha, no Brasil e nos Estados Unidos. A série mostra as aventuras de Chaves - um orfão, interpretado pelo criador do programa, Roberto Gómez Bolaños, e os outros moradores da vila em que vive.

A lenda:

"Você já viu aquele episódio em que o Chaves finge que foi atingido por um carro? Na época em que a TV Mexicana transmitia episódios inéditos da série, depois que esse episódio passou ocorreu uma pausa e a série só voltou 4 meses depois. Mas o que aconteceu durante esses 4 meses? Bolãnos aparentemente havia filmado o que deveria ser o episódio final de Chaves, e ele era mais ou menos como esse episódio supracitado.



O capítulo começa com a introdução característica da série, mas o som está antiquado. Quando a vila aparece, não tem ninguém no pátio. O portão se abre como se alguém fosse entrar, mas ninguém entra. E o episódio continua nisso por dois ou três minutos, apenas mostrando a vila vazia e o portão aberto até que finalmente Chaves aparece saindo da vila e vaicaminhando pela rua.

Nesse momento, aparecem Kiko e Chiquinha na vila. Kiko pergunta então para Chiquinha aonde é que está o Chaves (O ator Carlos Villagrán, que interpreta Quico, faz essa cena usando a voz típica do personagem, entretanto as suas bochechas não estão "inchadas" como deveriam). Chiquinha responde que ele está na rua com catchup. No momento exato que ela diz "na rua", ouve-se um rugido horrível que não aparece em mais nenhum outro episódio da série.

Após isso, aparece a cena do episódio que foi transmitido na TV e que provavelmente você conhece (a cena em que o Chaves finge estar morto cheio de Catchup) em que aparecem todos os moradores da vila chorando. O som é muito antiquado e os soluços parecem estar vindo de muito mais pessoas do que só aquelas que aparecem na cena. Nesse momento a cena é cortada para o que parece ser uma parada para os comerciais.

Então acontece uma mudança para outro cenário, com Dona Florinda, Seu Madruga, Professor Girafales, Kiko e Chiquinha em frente de um fundo preto. Na frente deles parece haver um caixão com o corpo do Chaves mas não dá pra encherga-lo. Os 5 personagens parecem estar totalmente devastados. Dona Florinda parece muito magra, e quando parece que ela está apenas atuando, a feição devastada dela é realçada quando a câmera foca a sua face por cerca de longos 5 a 10 minutos. Depois dessa cena incrivelmente longa, Kiko e Chiquinha dizem "Chavinho" em vozes de coração partido, de tristeza total. Quico não estava falando com sua voz típica, o que levanta questões se os atores Carlos Villagrán e Florinda Mesa (Dona Florinda) estavam mesmo atuando ou se o sentimento era real.

Depois disso, aparece a imagem do corpo do Chaves.

É nessa cena, mais do que qualquer outra, que são levantadas muitas questões como por exemplo o corpo de Chavez que está mais alto que o ator Roberto Gomes Bolaños. O terno de Chaves é muito pequeno, e pode-se ver também que ele é muito gordo e a cor da pele dele é muito escura. As duas pernas dele estão quebradas e sangrando. O Boné que cobre o rosto dele está coberto de sangue, e os braços dele estão emagrecidos comparados ao resto do corpo. O tronco dele parece estar excepcionalmente limpo, comparado aos membros que estão sujos e ensanguentados. Essa cena dura 5 minutos, até que começa a música final característica da série."

Houve um período de 4 meses entre o tempo que esse episódio foi filmado até quando Chesperito (apelido de Bolaños) juntou seu time, e há muitas controvérsias sobre quem teria "interpretado" o corpo de Chaves. Ficou claro que que não foi um bobo qualquer, e também não foi um figurante que teria aparecido mais alguma vez na série em outros episódios seguintes. Além disso, a algum tempo atrás, Bolaños disse que ele quis fazer algo que ninguém nunca teria visto antes na televisão.


Curiosidade:
Bolanõs queria que no ultimo episódio de Chaves, o Chaves se sacrificasse pra salvar uma criança de ser atropelada, mas ele decidiu não fazer isso por que a filha dele disse que isso poderia fazer outras crianças quererem imitar o personagem...
Tire suas próprias conclusões...

Coragem o cão covarde



Todo mundo aqui ama o Coragem, mas quem exatamente ele é? Ele é um cachorro assustado, que faz qualquer coisa para proteger sua casa, Lugar Nenhum.

Onde fica Lugar Nenhum? É um lugar onde não tem nada? Ninguém? Nenhuma esperança? Inferno?

Coragem protege sua casa e garante que ninguém machuque Muriel. Seu mestre senta em sua cadeira e odeia a tudo e a todos. Qualquer coisa malvada que venha atacar ou conquistar Lugar Nenhum, Coragem luta contra. Ele mantém Muriel segura e impede que a casa do Eustácio seja destruída.

Muriel sempre vê uma “cabeça” nova em Coragem, toda vez que algo ruim aparece e ele vai avisá-la, dando-lhe múltiplas cabeças.

Coragem ficará para sempre em Lugar Nenhum (Inferno), para proteger sua casa, manter Muriel (humanidade) a salvo do mau (Le Quack [avareza], Katz [ira], etc). Seu mestre, Eustácio (Satan), vai comandar e odiar tudo que está em Lugar Nenhum (Inferno)

Ele está preso no meio do Inferno e ama sua casa. Ele é Cerberus, nosso corajoso e covarde cão.

Fique bem longe da escuridão!!

Você já esteve sozinho na sua casa e ouviu sons que te deixaram curioso? Você já procurou explorar a casa após ouvir tais sons? Não? Eu já. Você já sentiu que tinha alguém observando você? Você se virou para ver? Não? Eu já. E esta história é para alertar a todos. Nunca se renda à curiosidade.

Era uma casa nova, eu e minha esposa tínhamos comprado-a recentemente em um leilão por um preço muito baixo para uma casa recém-construída. Dois meses após a compra nós já tínhamos praticamente terminado de decorar a casa toda, exceto o quarto de visitas. Minha esposa estava fora da cidade quando aconteceu.

Eu estava sentado na sala de visitas, no escuro. O brilho da TV iluminando a sala era bem fraco. Eu nunca presto muita atenção à televisão: Geralmente eu sento ali e fico enviando mensagens aos meus amigos ou jogando no celular. Uma noite eu estava fazendo isso quando eu ouvi alguns rangidos vindos do andar de cima. Eu pensei que não fosse nada, “É uma casa nova”, eu disse para mim mesmo “É apenas a fundação”. O som começou a aumentar depois de um tempo, até que não só começou a me assustar, como já estava fazendo os vizinhos baterem à minha porta, achando que era eu quem fazia tais barulhos. Eu decidi investigar. Fui até o pé da escadaria e encarei aquela escuridão acima por alguns segundos.

“Olá?”

O rangido parou de repente. Eu voltei para a sala, pensando no que poderia ser aquele som. Tratei imediatamente de afastar tais pensamentos e voltei ao que estava fazendo. Depois de meia hora começou de novo, e eu já estava ficando incomodado. E assustado também. Voltei à escada mais uma vez e mais uma vez disse:

“Olá?”

Uma voz sussurrou do topo da escadaria

“Fique longe da escuridão...”

“Que escuridão?” Eu disse, minha voz trêmula, meus olhos arregalando.

“Você verá...”

Naquela altura, eu já estava tremendo violentamente. Suando frio. Eu nunca fui o tipo de cara “durão” ou “herói”, mas alguma coisa naquilo tudo me deixou curioso para ir ver o que era. Lentamente, comecei a subir as escadas, mas quando meu pé tocou o primeiro degrau, uma porta se fechou violentamente, o suficiente para me fazer pular de susto e cobrir as orelhas. Depois de alguns segundos, a curiosidade voltou, e eu continuei a subir as escadas. De repente, ouvi a voz mais uma vez, como se ela estivesse ao meu lado:

“Fique longe da escuridão...”

Eu continuei.

Eu cheguei no topo das escadas e vi uma luz saíndo debaixo da porta do quarto de hóspedes. Eu rumei para lá lentamente, tentando não fazer barulho até alcançar a maçaneta. Ela demorou a se mover, como se algo estivesse tentando manter a porta fechada. Algo muito forte. Eu continuei a tentar a abrir a porta e por fim consegui. Entrei devagar, e nada vi além dos rolos de papel de parede em um canto e a pilha de prateleiras em outro. Eu ri de mim mesmo por ser tão idiota e acreditar naquilo tudo. Me virei para ir embora, mas a porta se fechou. Corri até ela e tentei abrí-la, mas sem sucesso. De repente, a lâmpada explodiu, fazendo vidro e fagulhas voarem para todo o lado até que o quarto ficasse totalmente escuro. De repente a voz voltou, como se estivesse ao meu lado.

“Eu disse para você ficar longe...”

Nyan Cat o gatinho possuído :$




Então, você conhece o "Nyan Cat", certo? O gatinho no Pop-Tart atravessando o espaço com a música mais grudenta de todos os tempos? Isso, ele! Bem, há algo a mais por trás desta criatura.
Quando o Nyan Cat surgiu, o site "Nyan.cat" veio junto, com a mesma idéia; apenas o gato voando pelo espaço. As pessoas ficaram viciadas, e logo um timer fora colocado na página para ver quanto tempo você aguentava assistir à página. Um rapaz em particular disse que aguentava mais que todo mundo, sem dormir. Seu nome era Jim Sheif, e ele conseguira a marca recorde de "Nyaning por 34 horas e 56 segundos.". Muitas pessoas tentaram, mas só uma conseguiu bater tal recorde.

Outro rapaz, chamado Michael Willis, tentou quebrar o record. Ele "nyaned" por uma semana direto, sem dormir. Há testemunhas, pessoas diziam vê-lo sentado na frente do computador, como um zumbi encarando o pequeno gato fofinho. Mas, no outro dia, após quebrar o recorde, ele disse, "Há algo errado com aquele gato.".
John se intimidou com o fato de seu recorde ter sido quebrado, e tentou mais uma vez alcançar a melhor marca. Ele conseguiu, e por um tempo muito maior! Como havia feito isso? Ninguém sabe. Mas ele dizia que poderia ter ficado mais tempo ainda, e nunca contou o porquê de ter parado, até que um amigo conseguiu tirar a verdade dele.
Segundo este amigo, John dissera que, perto do final de sua jornada, o contador do site parara aos 666 minutos e 6 segundos. Era inacreditável.

Seu amigo mais próximo, Matt, foi ver se isso era verdade. No outro dia, Matt tentou alcançar a marca do amigo, e aconteceu algo pior que ele esperava. O contador parou nos 666.6 segundos, mas havia mais; o pequenino e fofo Nyan cat se tornara horrível. Seu rosto ficou azul, e seus olhos vermelhos, enquanto a imagem espacial atrás de si tornava-se vermelha, com figuras de pessoas mutiladas que diziam "Eles tentaram Nyan cat". A música tornou-se obscura e distorcida, com sons de pessoas gritando de horror.
Matt ficou chocado. Tentou dormir, mas sem sucesso. Em seus sonhos, tudo que ele via era o rosto daquele Nyan cat demoníaco, provocando-o. E quando ele acordava, no outro dia, a música não saía de sua cabeça. Matt encerrou todos os seus problemas ao se suicidar por enforcamento. No outro dia, Michael e Jim também foram encontrados mortos em seus apartamentos, com arranhões em seus abdômens que diziam "Ninguém conseguiu...", os arranhões pareciam vir de um gato pequeno.

Ursinho Teddy O assassino


Minha irmã tinha um ursinho de pelúcia, um assustador ursinho de pelúcia. Eu não sei porque,
mas ele me assustava. Era tão perturbador para mim. A coisa tinha olhos que pareciam tão reais.
Era como se fosse feito de um urso real e seu rosto era apenas branco e inquietante.

Primeiramente eu comecei a ter sentimentos estranhos sobre o urso quando minha irmã o
ganhou, ela era apenas um bebê na época, e eu tinha quase 4 anos. Nós tínhamos um cachorro, e
ele tinha o hábito de comer as coisas, então minha mãe sempre tinha que o colocar em uma
pequena sala no corredor do andar de cima. Toda as vezes que subia aquelas escadas, eu via o urso estranho de repente brilhar no canto pra mim, é como se ele estivesse me observando. Essa não é a parte estranha; começou a ficar realmente estranho uns 5 anos depois: com 6-7 anos minha irmã perdeu o interesse no urso, então minha mãe apenas o jogou no armário de brinquedos antigos,o único problema era que o armário ficava no meu quarto.

Quando eu tinha 9 anos, idade suficiente para ficar sozinho e ir para cama sem qualquer
assistência, todas as noites eu deitava na minha cama e apagava minha luz. Foi quando ficou
estranho. Eu estava ficando com sono, mas de repente lembrei da minha mãe colocando o ursinho no armário; lentamente me virei para olhar em todo o meu quarto, para vê-lo através do vidro. Meu coração de repente parou, enquanto eu pensava nos horrores que o ursinho havia me causado, mas com 9 anos, eu queria crescer e perder meus medos, então só sacudi a cabeça e me deitei.


Quando me levantei para tirar meu lençol pra mais longe, notei algo que iria me deixar cicatrizes a vida toda: lá estava, no final do meu quarto, o ursinho. Meu coração começou a bater normalmente de novo. Fiquei ali sentado, olhando para ele por aproximadamente um minuto. Quando eu precisei bocejar, fechei os olhos. Os abri, para ver o ursinho sentado mais perto da minha cama. Neste momento, eu estava realmente assustado. Comecei a me mover para trás, encostei na parede e olhei em volta para ver se havia qualquer indicio de alguém ter entrado no quarto. Olhei para trás para ver o ursinho no final da minha cama, eu estava tão assustado que quase desmaiei de medo. Quando eu pisquei, ele tinha desaparecido. Olhei em volta. Para meu alívio, não vi nenhum sinal dele.

Deitei minha cabeça para trás no meu travesseiro, esperando por um pouco de sono. Então abri meus olhos. Estava acima da minha cabeça, olhando para baixo. Eu gritei pois ele pulou em cima de mim. Eu nunca vou ver um urso da mesma forma novamente. Alguns anos depois, depois de anos de horror, eu o queimei; estava satisfeito em como o urso foi transformado em cinzas na minha lareira.

Eu vivi minha pré-adolescencia e adolescência; a única coisa que eu conseguia lembrar que era de alguma forma semelhante com minha péssima experiência, foi quando assisti Trainspotting. Aquela merda de cena do bebê me chocou tanto, mas fora isso, tudo estava bem.

Quando fiz 19 anos, estava prestes a mudar para minha casa nova. Eu já tinha pegado as chaves da casa e estava pronto para montar minha mobília. Depois de horas de transporte, carreguei a útilma caixa do caminhão de mudança para a porta da frente e fechei a porta atrás de mim. Me virei para ir na cozinha e colocar a caixa na mesa. Abri para ver que era um armário. Eu o tirei, andei até minha nova sala de estar e o coloquei lá no canto, olhei para ele e pensei comigo mesmo, eu não me lembro de embalar esse armário. Eu realmente não me importava muito com isso, afinal tinha acabado de me mudar para minha casa nova.

Voltei na cozinha para pegar minha televisão e a levei para a sala de estar, quando eu o vi. O
ursinho, ele apenas ficou lá, olhando para mim com aqueles olhos brancos e realistas. Foi além
da minha imaginação, como algo de um filme de terror. Meus medos não podiam ser contido e tanto faz aquilo ser urso ou uma possessão demoníaca, ele sabia que eu estava com medo. Eu o joguei no lixo e coloquei um bloco de cimento em cima da tampa. Naquela noite, eu dormi na minha cama, me sentindo um pouco mais seguro. Acordei de madrugada e olhei as horas. 12:00h.

Ouvi um barulho na cozinha. Fui até lá e notei que a porta de fora estava aberta e no chão tinha marcas de lama com formato de patas que levavam até a cozinha. Eu notei que uma das minhas facas não estavam no suporte e então ouvi algo estranhos atrás de mim. Corri até o carro e dirigi. Olhei no espelho retrovisor e vi o seu rosto. Ele estava segurando uma faca. Eu pisei nos freios. E ele voou pelo pára-brisa da frente, levantou-se e olhou direto nos meus olhos. Me senti como se ele estivesse me puxando pra ele. A única coisa que poderia estar indo em direção a ele seriam minhas duas rodas dianteiras. Me colidi com ele, senti uma leve batida, suspirei de alívio e dirigi. Nem um minuto depois, senti como se algo estivesse cortando a parte de baixo do meu carro. Então saí para verificá-lo: havia uma barra atravessando meu tanque de combustível. Corri bastante até o hotel mais próximo para ficar lá. O único que tinha era a uma milha de distância. Quando cheguei no hotel, caí na cama exausto. Quando eu acordei...

Ele estava no final da cama...