segunda-feira, 12 de novembro de 2012

História de Zombie #1


O mundo hoje em dia está um Caos. É difícil achar pessoas vivas nesse inferno. E tudo começou naquele dia.A imprensa encobriu o caso,e o vírus se espalhou para o resto do mundo matando todos.
Mas afinal, de que eu estou falando?De uma invasão de zumbis. Não sei de onde surgiram, mas sei onde a epidemia realmente começou.
Ooops. Esqueci de me apresentar. Sou David Redfield. Antes do maldito acidente,eu vivia em uma cidade calma.Ela era entre montanhas,em um lugar bem alto,de onde se podia ver várias cidades vizinhas.O povo era muito educado,era uma cidade pequena aproximadamente 500 habitantes já se conheciam.Era uma cidade perfeita,sem violência(último crime ocorrera antes da fundação da cidade,em 1920).A principal fonte de renda era o ouro,encontrado com incrível facilidade no interior da cidade.Toda a renda era distribuída igualmente entre os habitantes.Essa tal vila(não chega a ser uma cidade)possuí aprox.3,5 km² de extensão,por onde a população se distribuí.A cidade possuía o básico:escola,hospitais(embora fosse raro aparecerem doentes),centro de saúde,livraria e banca.O clima era ameno,daqueles que de manhã e à noite fazem um friozinho,e de dia faz uma temperatura agradável.Mas o principal:era uma cidade com cidadãos precavidos.Havia uma certa conectividade entre os telhados,e um túnel subterrâneo.Todos os habitantes possuíam armas,mais especificamente uma arma de corpo(em geral era o facão,utilizado também para cortar a madeira).Uma arma de fogo básica(revolver)e uma arma mais forte,para ser usada somente em casos de emergência(em geral eram espingardas,rifles ou carabinas).
Esse tal túnel era largo, e havia um alçapão em cada casa que dava acesso ao túnel. lá,os cidadãos se reuniam em casos de “emergência”(embora nunca tivesse ocorrido um). Havia suprimentos para semanas, e cada habitante possuía um detalhado mapa.
Uma vez por semana, os habitantes iam à cidade para comprar coisas, e um habitante escolhido toda semana levava o ouro. A cidade não possuía estradas. era cercada pela natureza e por altas e íngremes montanhas,e todos os habitantes sabiam detalhadamente os pontos certos para cada ocasião.Não havia estradas,e os habitantes iam de bicicleta até a cidade mais próxima.Não havia prefeito,e todos os cidadãos possuíam poder político
Em casa, todos passavam o dia lendo o livro distribuído pelos donos de livrarias locais. Um dia, eu recebi um livro que mudaria minha vida. Um livro que falava sobre zumbis. Ele ensina a sobreviver a zumbis,caso ocorra uma invasão.Eu fiquei tão impressionado com o livro,que já usei a minha parte do ouro pra comprar os suprimentos necessários,e escondi todos no sótão,onde era mais seguro.Fiquei tão impressionado,que decorei tudo,desde como identificar um zumbi,até meu próprio guia onde eu anotava os fatos que poderiam ser de zumbis.Em 2 meses virei especialista com as armas(eu usava uma espécie de bala de tinta que aprendera a fazer com meu pai)e já era especialista em golpes de desgarramento em várias artes marciais.
Esqueci de contar como era minha vida nessa cidade (fiquei entusiasmado, desculpem). Eu ia à escola como todos os jovens, e tinha poderes políticos e recebia o dinheiro do ouro como todo mundo. Na escola, que era muito boa, pois nunca havia dado uma bomba, e ensinava todas as matérias que tinha que ensinar, eu era um jovem alto, magro, possuía olhos e cabelos pretos. Meus lábios eram carnudos,e meu nariz era curto e empinado.Não possuía orelhas de abano, era o famoso “nerd”,independentemente se eu era bom em vária artes marciais.Eu não possuía aqueles músculos gigantes,portanto era tratado como nerd por todo,menos pela minha amada Amy.Ela era linda,encantadora.Estava disposta a escutar tudo o que eu dissesse,independentemente se ela conhecesse ou não sobre o assunto,e sempre escutava atentamente por eles.Eu falava escondido que ela era minha,mesmo sabendo que ela já tinha namorado,e mesmo assim ela não me abandonou nem quando descobriu isso.Ela era alta,possuía os olhos azuis como o brilhante céu azul.Seu olhar era encantador.Me apaixonei assim que ela me olhou pela primeira vez.Seus cabelos eram loiros como o sol,e eram compridos.Seu sorriso era a tão encantador como seus olhos.Possuía seios grandes,e suas nádegas também eram,mas para isso eu nem ligava.Ela continuou me tratando do mesmo jeito,talvez até um pouco melhor.quando eu falava pra ela a frase”quer ficar comigo?”ela sorria e dizia”quem sabe um dia,né?”Eu a tratava de um jeito perfeito,e ela retribuía.Ela parecia que gostava de mim,mesmo com a diferença de idade(eu tinha 13 quando houve o tal acontecimento).Quando dizia que sonhava sempre com ela,ela sorria,e me deixava mais “caidinho”.Eu até lembro a primeira vez que eu a vi.Ambos havíamos nascido na cidade,mas ela só entrou na escola aos 14 anos.No tal dia eu estava andando pela escola,e eu a encontrei.Ela olhou nos meus olhos,e me fez perguntas sobre o colégio.Respondi gaguejando,e,acho eu,nessa hora ela já sabia que eu a amava.
Um dia, mais especificamente quando tinha 12 anos (caso vocês estejam confundindo os fatos, como a idade, eu possuía 15 anos quando aconteceu o fato que será relatado, e atualmente tenho 18), eu procurei saber mais sobre o tal namorado. Eu descobri que ele era um brutamonte, alto só falava em sexo (algo que amy sempre recusava, pois para ela ser virgem era motivo de orgulho). Além disso,batia em todos no colégio,e era muito ciumento,a ponto de não poder me ver falando com ela que batia nela sem dó.Um dia,eu resolvi enfrenta-lo,e levei uma surra.Todos,menos a própria Amy,riram da minha cara.Mais tarde,eu a perguntei porque ela namorava ele,sabendo que ele maltratava-a.Ela simplesmente responde”infelizmente,eu o amo,mas quem dera se eu amasse alguém como você,bonito­­ – fiquei vermelho quando ela disse isso inteligente,preparado para o que der e vier”.
Um dia, apareceu uma menina da minha idade que passou a gostar de mim. O nome dela era Enrica Marine,e como o nome sugere,era italiana e os pais dela a trouxeram para a cidade com o intuito de descansar e ter uma vida calma. Ela apareceu no meio da 6ª série,e como ela mesma dizia,se apaixonou por mim no exato momento que me vira pela primeira vez.Ela era baixa,cabelos encaracolados,olhos e cabelos castanhos.Usava aparelho,mas não era feia.Filha de um veterano de guerra conhecido como Enrico Marini,perdera sua mãe 2 dias após seu nascimento.Ela era da minha sala,e só falava comigo.No começo achei ela grudenta,mas depois aprendi a gostar dela.
Esqueci de descrever o colégio. Era um colégio que ocupava um quarteirão inteiro.Tinha 5 andares,e tinha um andar para cada coisa.Um era para quadras,outros 2,para salas.Um era para a cantina e o último,Era o pátio.havia portas somente no primeiro andar(andar do pátio),e lá havia umas 3.A escola não possuía elevador,e tudo era feito por escadas.Todas as salas possuíam janelas,e todos os andares também.
Esqueci de falar sobre minha casa. Eu era descendente dos fundadores da cidade. O nome deles eu não sei,mas sei que ficaram conhecidos como irmãos Redfield.E,creio eu,eles já passaram pela situação que eu passaria tempos depois,pois no diário deles fala sobre uma cidade,não lembro o nome,onde ocorreu uma infestação perto de umas montanhas.Enquanto um foi para as montanhas,o outro ficou na cidade e ambos combateram vários mortos vivos.Quando fundaram a cidade,garantiram que os dados sobre aquele acidente ficariam guardados.Então,eles escreveram todos os fatos em um diário de chave,e passaram a chave de geração a geração,mas o diário foi escondido em um lugar,na minha própria casa,que atualmente é desconhecido.A casa é um dos poucos lugares intactos após todo esse tempo,então meu plano é de no futuro localizar o tal diário.Meus pais,Alfred e Sherry Redfield,são pessoas honestas.Meu pai trabalha na mina ,e minha mãe faleceu logo após me dar à luz.Meu pai é alto,loiro,usa sempre uma blusa branca com uma gravata azul e uma calça preta.Seus cabelos são curtos,e ele possui uma velha sniper que,dizia ele,era herança do seu tataravô,Alexander.Eu não possuo nem fotos da minha mãe,então não posso descreve-la.minha casa,assim como todas as outras,era feita de madeira velha,e possuía dois andares ligados por uma escada.No primeiro andar,Era a cozinha e um banheiro,junto com uma varanda onde havia uma rede,que também era herança de família.No segundo andar,havia outra varanda,com janelas abertas para fora,junto com a sala de estar,dois quartos e um banheiro.A crença é de que o diário esteja junto com outras heranças,mas já vasculhei a sniper e a rede,não pode estar lá.
Minha vida foi seguindo assim. Enrica me amava enquanto eu amava Amy, que amava seu namorado (que eu esqueci o nome). Passava o dia inteiro lendo livros e tals. Toda semana eu í atrás do diário dos irmão redfield,mas nada foi encontrado.Minha vida era assim,até que um dia meu instinto de sobrevivência foi posto a prova.
Como toda semana, alguém foi mandado para vender o ouro para a companhia, e desta vez o escolhido foi um jovem de 25 anos, Ozwell Spencer. Mas ele demorou mais do que o dobro do programado, e quando chegou estava todo ferido havia marcas de dentes no ombro, no pescoço, e na genitália dele. Havia arranhões profundos em todas as partes do corpo praticamente,e ele parecia ter fraturado vários membros.Quando ele chegou,um velho judeu chamado Moisés foi o primeiro a avista-lo.Assim que ele se aproximou,Ozwell disse com as poucas forças que tinha:
—Me levem para o conselho. E - Eu tenho um caso im – importante para re – re – relatar.
Dito e feito foi convocada uma audiência na prefeitura. Como de costume, todos os habitantes maiores de 12 anos puderam participar, e eu, como sempre, sentei bem ao lado de Amy. Ele começou dizendo:
—Bem, meus caros amigos, como sabem, eu fui a uma expedição para entregar o ouro dois dias atrás. Mas mal eu comecei a caminhar,e eu senti o cheiro de carne em decomposição.
“Continuei andando, mas a cada hora mais esse estranho cheiro de carne podre me incomodava o olfato, então e comecei a procurar de onde vinha esse cheiro. Mas comecei a procurar, e encontrei alguém de cabeça baixa, andando mancando, perto da beirada da montanha. Eu, como herói que sou –Disse ele, em um tom arrogante –salvei a tal pessoa pulando no exato momento que ela iria cair. Meu nariz denunciou que era dela que estava vindo tal cheiro”. ele parou e começou a tossir,e após tossir várias vezes,começou a cuspir sangue.Nesse momento,algumas pessoas tentaram intervir,mas ele disse que tinha que terminar esse relato.Ele continuou:
—Eu indaguei porque ela estava fedendo a carne podre, e no lugar de me responder,ela soltou um grunhido infernal e me atacou,Mordendo meu pescoço e arrancando um pedaço –disse ele, apontando para o ferimento – eu tive certa dificuldade, mas consegui me soltar dela. Nesse instante, eu pude perceber que o corpo dela já estava entrando em decomposição, desde a cabeça, até o dedo do pé, tudo estava ferido, mas não saía sangue das feridas. Ela ficava de boca aberta,me olhando como se eu fosse o jantar dele.pequei meu revolver – e apontei para a perna dele e dei um tiro mais pareceu não ter feito efeito e após isso dei 2 tiros no peito que pareceu não adiantar .Ela parece não ter sentido dor,e me agarrou em um salto.Eu acabei tropeçando,e ambos caímos do morro.
Ele voltou a tossir violentamente, e nesse momento eu levantei a sobrancelha, movimento que pareceu imperceptível, exceto por minha amada, que perguntou:
—Sabe de alguma coisa a respeito?
Eu respondi em um tom ao mesmo tempo seco e curioso:
—A descrição da tal criatura, se assemelha muito à descrição de um zumbi.
Amy respondeu, num tom de estranhamento, curiosidade e descrença:
—faça mais testes para conferir. Se ao final do relato mais informações baterem vamos ter que ficar alertas.
Após vomitar mais sangue, e parecer mais fraco do que nunca, Ozwell continuou:
—Quando eu caí, senti que havia fraturado minhas vértebras, mas a tal mulher (deu para perceber pelo tamanho do cabelo e pelos seios) parece ter escapado ilesa. Ela caiu em cima de mim, na hora saquei minha espingarda –disse ele, pegando a espingarda– e comecei a atirar, até minha arma ficar descarregada, e, mesmo depois de eu arrancar um braço da criatura, ela parecia estar ilesa, e continuava a soltar aquele grunhido infernal. Para tentar escapar daquele barulho,tentei cometer suicídio pulando do morro,mas a figueira-brava que havia no chão daquela parte íngreme,conseguiu frear minha queda com seus galhos – disse ele,apontando para os arranhões espalhados no corpo –a criatura desceu,e eu,em um momento desesperado,peguei minha espada e a cortei em dias.Por incrível que pareça,ela ainda se movia,e quando se aproximou,mordeu minha genitália e arrancou um pedaço.Com medo de morrer,peguei minha espada e decapitei a coisa.A cabeça dela ainda parecia estar viva,pois seus olhos me olhavam da mesma forma,do jeito que se olha a melhor comida que existe.Nesse momento,arranquei seus olhos das órbitas,mas quando tentei chuta-la,seu maxilar ainda tentou me morder.Nesse instante..... .
O relato de Ozwell foi interrompido por uma imensa tosse. Nesse instante o Dr. Joseph,médico da cidade examina-lo,e constatou febre alta,aproximadamente 40 graus Celsius(Joseph não possuía os instrumentos certos para medir a temperatura naquela hora)após essa larga tossida,Ozwell caiu imóvel no chão.Joseph constatou que ele ainda estava vivo,e o mandou para o hospital.Nesse momento comentei com Amy:
—Tudo bateu Amy, tudo, as capacidades motoras, tudo, com certeza era um zumbi, e pior: Ozwell também vai se transformar, pois foi ferido.
Ela começou a chorar. Ozwell era um amigo dela,e ambos já haviam namorado.Ela não queria acreditar nessa possibilidade,e só disse,em um tom seco e triste:
—Isso não existe, esse negócio de zumbi não pode existir!ISSO NÃO EXISTE!
Senti que ela falava mais para si própria do que para mim, e nesse instante, ela começou a chorar, tentei consola-la, mas ela me mandou embora, dizendo que se não fosse eu, ela não estaria pensando que ele poderia matar outras pessoas, que se eu não a existisse iria estar desesperada só pela saúde dele. Após me dizes isso,ela foi correndo acompanha-lo até o hospital.Eu s gritei,pedi para esperar,mas ela não esperou,então fiquei esperando,me achando um idiota por falar essas coisas com ela,de que isso era mentira,e que agora mesmo que ela vai me odiar.
Mesmo assim, continuei com essa desconfiança, e antes de rumar para o hospital, passei em casa, e peguei minha arma principal, a machadinha. Depois,fui correndo para o hospital.Olhei para o céu,vi que estava anoitecendo,e me deu um calafrio só de pensar que,na vila aparecem cobras e ouros tipos de animais selvagens.Mesmo assim,rumei para o hospital.quando cheguei lá,vi que nem precisava perguntar onde era o quarto dele,todos estavam lá.Me aproximei,e vi Amy chorando.Me aproximei dela,e perguntei:
—O que aconteceu?
Ela só respondeu, num tom triste:
—Ele morreu David, ele morreu!Ozwell Edward Spencer está morto!Meu ex-namorado, homem que mais amei na minha vida, está morto!E tudo por causa de uma filha-da-mãe!
Logo após dizer isso, o cadáver foi mostrado para as pessoas,que rezaram,pedindo para ele ter ido para o céu. Mas poucos instantes após sua morte, ele se levantou. Amy parou de chorar,e começou a sorrir,e caminhou em direção a ele.E ele,em direção a ela.Percebi o perigo,e gritei “Amy,cuidado”.Ela parecia não dar atenção.Parecia estar tão apaixonada que não prestou atenção em mim.Eu,tentando ser drástico,Puxei ela.Nesse instante,ela me deu um tapa na cara,e começou a resmungar,dizendo que eu era um cara”obcecado” e umas baboseiras.Mas ela parou no exato instante em que Ozwell atacou sua mãe,que foi para o abraço.nesse ataque,ele a mordeu,e todos saíram correndo.Eu e Amy(agora de volta a si)sabíamos o que era e como combater,mas preferimos não começar agora,pois poderíamos ser presos,ou até mesmo mortos,caso fizéssemos algo ao novo zumbi.Então,passamos em nossas casas e começamos a nos preparar.Eu possuía todo o necessário,mas mesmo assim a ajuda dela foi importante para dividir o peso do equipamento.Após tudo definido,Fomos para a minha casa,selamos o túnel subterrâneo(pois o zumbi poderia entrar por ali atrás de alguém)Colocamos os móveis nas portas e nas janelas do andar térreo.No primeiro momento,parecia o fim do mundo,mas em poucos minutos amigos nosso,como o namorado de Amy e Enrica,apareceram.Deixamos entrar.Meu pai estava no quarto no andar de cima,olhando pela janela,de olho em qualquer zumbi,o que não apareceu.
10 minutos após o primeiro zumbi surgir, tudo parecia calmo, quieto, CALMO ATÉ DEMAIS para um lugar que havia presenciado um zumbi há poucos minutos ATÉ DEMAIS para um lugar que havia presenciado um zumbi há poucos minutos.

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